JORNAL CARACARAÍ EM TEMPO: REFORÇO DE 35 BOMBEIROS CHEGAM A RORAIMA

segunda-feira, 13 de junho de 2011

REFORÇO DE 35 BOMBEIROS CHEGAM A RORAIMA




Desembarcaram ontem, no Aeroporto Internacional de Boa Vista, 35 militares que compõem a Força Nacional de Bombeiros, com a missão de ajudar a Defesa Civil na catástrofe natural que vem causando vários problemas no Estado de Roraima. Os militares serão destacados hoje para Caracaraí, onde irão cumprir missão em vários setores afetados pela cheia.

O efetivo seguiu para o Quartel do Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), onde conheceram as ações de Defesa Civil e devem seguir hoje para Caracaraí. Os bombeiros estavam em Brasília e passaram por um preparo de 21 dias sobre catástrofes naturais. Fazem parte do grupo militares de 21 estados. Quatro deles são de Roraima.

O coronel Leocádio Menezes recebeu os militares ainda no aeroporto e destacou a importância de a secretária nacional de Segurança Pública, Regina Mink, ter liberado os militares para ajudar Roraima, que se encontra em estado de calamidade pública. “Os militares irão atuar em busca e salvamento e operar em Caracaraí, que hoje é ponto mais crítico e o que nos preocupa. Já estamos com a operação toda montada e devemos entrar em Caracaraí com esses bombeiros”, destacou Leocádio.

Ele disse ainda que mais 50 bombeiros do estado de Goiás serão liberados para ajudar Roraima. “Ontem, falei com a secretária nacional, Regina Mink, que colocou uma aeronave à disposição da Defesa Civil para trazer os bombeiros que chegam amanhã [hoje]”, destacou.

Ainda no aeroporto o comandante do Corpo de Bombeiros agradeceu a ajuda das Forças Armadas, como o trabalho da Marinha que iniciou ações em Caracaraí. “A Marinha já está à frente de Caracaraí e aportou hoje, na Companhia dos Portos, um navio hospitalar e mais uma corveta. Vamos começar a fazer o trabalho de assistencialismo no município”, disse ao destacar a preocupação da baixa do nível da água com o surgimento de várias doenças.

“Já havia baixado 78 centímetros da água, desde o maior pico com 11,14 metros. A situação ainda não está confortável e conseguimos essa resposta do pico das enchentes da maior demanda que houve e não tivemos nenhuma vítima. Estamos numa fase de resposta rápida, que é a preocupação com parte a parte logística contra as doenças que podem surgir. Já estamos com essas ações de previsões para evitar qualquer tipo de epidemias”, disse ao comentar que já foi feito um planejamento para essas ações de saúde.

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